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FUTEBOL

O futebol também serve como ferramenta para compreensão de nossa época. Esse esporte está inserido na cultura de todos os povos da Terra, servindo como apoio e divertimento. Nada mais natural, aqui, pensar e discutir o futebol como fenômeno cultural.

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Última atividade: 23 Jul, 2013

VIDA CELEBRADA NAS QUATRO LINHAS DO GRAMADO

Rafael Rocha

Uma forma de espetáculo, competição, celebração da vida, ritual de sonhos, catarse coletiva todas essas palavras podem servir para definir o esporte denominado futebol. E tudo pode ser misturado num molho primordial de tantas que são as dimensões entrelaçadas a formar um amplo mosaico global.

Porém o futebol é um só. Ainda que as regras, o palco do espetáculo e o seu repertório sejam iguais e comuns, na realidade cada sociedade tem o seu modo próprio de competir. Inclusive de torcer pelos seus clubes e por suas seleções. Tudo isso resulta que cada sociedade, cada país tem sua cultura diferenciada umas das outras. E é nesse espaço que o futebol ganha uma dimensão especial a interligar e irmanar essas culturas.

Acredito que seja uma bela experiência, uma experiência única e reveladora abordar o futebol como fenômeno cultural, desde que o coloquemos em ligação direta com os signos e expressões artísticas tanto de nosso país como do restante dos países do planeta Terra. Principalmente agora, que vivenciaremos mais uma Copa do Mundo de Futebol.

Esse jogo de bola utilizando os pés transformou-se no esporte brasileiro por excelência. Ele chegou em São Paulo na última década do século 19, 45 anos depois de ser instituído na Inglaterra. O nosso país, com seu sincretismo racial e sua mestiçagem, integrou-se de corpo e alma ao esporte bretão. Um jovem aristocrata trouxe as regras, e o futebol, juntamente com o cricket, tornou-se a coqueluche da elite branca. Mas não demorou muito para a miscigenação acontecer. Os descendentes dos escravos e dos indígenas conseguiram uma identificação pura e quase espiritual com a cultura da bola, remanescente de épocas imemoriais do império chinês e da Itália medieval.

O futebol identificou-se demais com a alma brasileira. Apesar de ser um esporte nascido e regrado em um país europeu, igualou-se cultural e simbolicamente com a expressão corporal do brasileiro e nada mais justo que colocá-lo em discussão nesta rede. Sim, porque jogado com os movimentos do corpo, com os pés e com a cintura, o esporte ganhou identificação com nossos gingados de sambistas, capoeiristas, emboladores, dentro da mestiçagem ocorrida entre negros, índios e europeus. O brasileiro apropriou-se do esporte bretão, mesclou seus gingados, transformando-os em dribles desconcertantes e criou o futebol-arte, consagrando-se em todo o planeta.

Realmente, acho que ocorreu uma antropofagia cultural. Assimilou-se uma espécie de ritual estrangeiro, sintetizando-se uma construção cultural dentro de uma nova cultura, inclusive com o modo de torcer e de vivenciar o esporte. Como bem disse o cantor e compositor Gilberto Gil, “apesar da globalização e do crescente processo de homogeneização cultural de hoje, ainda se pode ver no futebol brasileiro o jeito (e os jeitos) de ser, pensar e sentir dos brasileiros. Suas festas, seus vetores culturais mais peculiares e marcantes, suas fraquezas, suas qualidades”. Isso também acontece na Argentina, em Camarões, no México, na Austrália, no Japão e, também na Europa. Existem facetas semelhantes. Quase que os mesmo vetores sociais são compartilhados. No entanto o mais importante é que na consecução do futebol em todo o planeta existe, sobretudo, identidade e diversidade.

Portanto, aqui neste espaço nada mais natural do que mostrar e discutir o futebol como fenômeno cultural. E falar de sua diversidade. E dos seus artistas. E da sua construção no mundo. Dos seus campeões. Sabemos que são diversas as ligações com as culturas paralelas por ser ele o esporte mais praticado no mundo. Tanto que ainda vemos o futebol em todas as manifestações culturais. No cinema, no teatro, na cultura popular, principalmente, e nos seus artistas, os atletas. Esses que enchem as mentes com a plasticidade de suas jogadas individuais e ou coletivas. Com o objetivo maior que é escutar a vibração uníssona de um estádio lotado com o grito de GOL.

O futebol, como esporte moderno, foi criado na Inglaterra do século 19. Entretanto, muitas pesquisas mostram que o jogo de bola, tanto com os pés como com as mãos é praticado bem anteriormente a essa época. Alguns estudiosos afirmam que a origem deste esporte está na China, há muitos séculos atrás. Dizem que algo muito parecido com o futebol era jogado por soldados do Imperador Xeng Ti 25 séculos a.C.. A bola era de pele de animal recheada com ferragens. Essas atividades físicas do período anterior ao contemporâneo eram consideradas pelos experts mais como rituais religiosos ou preparação militar .

Pesquisadores assinalam, ainda, que o futebol tem origem na Itália medieval. Esporte, que existe até hoje, praticado anualmente na cidade de Florença. Chama-se Calcio. Tal esporte consiste em um jogo entre duas equipes, as quais em um campo de terra têm que atravessar uma bola até uma área ao final do campo adversário. O jogo é muito violento. Os ataques físicos entre os jogadores dos dois times são constantes e permitidos. Os italianos acreditam que a origem do futebol está no Calcio, e por tal crença é que, na Itália, o futebol atual é chamado de Gioco Calcio. Na Inglaterra, também, assim como o Cálcio, um jogo violento era praticado desde mais ou menos o ano de 1300: o Hurling.

O Calcio tem características parecidas com outro esporte surgido na Inglaterra ao mesmo tempo que o futebol: o rugby. As raízes de ambos – futebol e rugby – são comuns, pois ambos são muito parecidos. Tais esportes se dividiram no gosto dos aficionados na metade do século 19 na Inglaterra, com dissidências no tocante às questões das regras entre os participantes. Enquanto o rugby pode ser jogado com as mão e com os pés, o football — como o próprio nome diz— só pode ser jogado com os pés, sendo apenas o keeper (goleiro) que pode pegar a bola com as mãos.

Na realidade, podemos afirmar que desde os mais remotos tempos o homem e a sociedade humana sempre praticaram jogos. Para se divertirem entre a comunidade ou como algum ritual religioso. Eram aspectos existentes entre as mais diversas culturas ao redor do mundo. O futebol nasceu dessas variações. Porém, não possuíam um nome definido, variando de regiões para regiões na Inglaterra, na Europa e no Mundo. Na Inglaterra, tais jogos eram praticados pelas camadas populares há várias gerações. Não eram atividades iguais ao Futebol, ao Rugby, mas tinham um objetivo cultural de diversão e ligamento entre os membros das comunidades. A aristocracia não participava de tais jogos, considerando-os atos de barbárie, praticados por pessoas sem cultura, além de serem muito violentos e preferia outros, como a equitação, a caça e a esgrima.

Tais jogos populares começaram a ser praticados pelos alunos das escolas da aristocracia e da alta burguesia inglesa no século 19. O Colégio de Rugby talvez seja a mais famosa dessas escolas, pois dele saíram as regras do rugby. Os alunos desses colégios terminaram obrigando a que os diretores proibissem a prática deles, por serem violentos e "bárbaros". Mas tal proibição de nada adiantou, pois os estudantes continuaram jogando. A repressão não deu certo e tudo teve de ser resolvido de outra forma. Já que essas atividades esportivas não deixariam de ser praticadas, a melhor maneira era regulamentá-las. Surgiram assim as regras do Football e do Rugby.

Ainda que tivessem sido regulamentados nas escolas da elite inglesa tornou-se premente regulamentar tais jogos também entre as classes mais "baixas" da sociedade. No ápice da Revolução Industrial, no início do século 19, a classe operária já estava consolidada. Ela também participa do Football e do Rugby nos horários livres, conquistados no processo de conscientização de classe e do movimento operário sindical. Mas como esses esportes eram muito violentos e sem regras faziam com que a produção do operariado caísse, por conta de lesões e cansaços, prejudicando assim o lucro dos grandes patrões da burguesia industrial.

Tal como aconteceu nas escolas da elite inglesa, os jogos também foram regulamentados para as camadas mais baixas da população, trazendo-os para dentro da esfera de controle estatal. A regulamentação do Football se expandiu, com a ajuda do Estado, para todos os ingleses. A classe burguesa industrial triunfou, e suas regulamentações esportivas se massificaram, tornando o futebol em um esporte de massa. Além disso, "os burgueses descobriram o futebol como meio de despolitização dos trabalhadores na década de 1860.(...) O objetivo era bem claro. Eles precisavam manter os operários à margem da atividade política dentro de suas organizações de classe" .

Notamos, portanto, que a regulamentação das regras do futebol aconteceu em um momento histórico, quando o operariado começava a reivindicar seus direitos e a se tornar uma classe política. Portanto, nada melhor para a burguesia industrial do que controlar, a partir da criação de regras, um jogo que a maioria proletária praticava.

No ano de 1863 foi fundada na Inglaterra a Football Association, com regras para a prática do jogo entre as equipes. Criaram-se assim tabelas, datas dos jogos, controlando-se a prática. Os times eram formados pelas fábricas espalhadas pelas diversas cidades do país. Os jogadores desses times eram os próprios funcionários das fábricas, que disputavam jogos, geralmente nos sábados à tarde (tradição existente até hoje no Campeonato Inglês de Futebol) no dia em que tinham folgas. Muitas pessoas iam assistir às partidas.

Os times eram representados pelos operários das fábricas e também pela família e comunidade onde habitavam os jogadores. Nesse período começam a surgir as grandes rivalidades entre os diferentes times das cidades da Grã-Bretanha, ocorrendo as disputas entre o Manchester City e o Manchester United, o Glasgow Celtic e o Glasgow Rangers, e o Arsenal, o Chelsea e o Cristal Palace, em Londres. Começa nesse instante a identificação por parte da população pelos clubes de futebol, tanto por razões comunitárias, culturais e até mesmo religiosas. Tal massificação do esporte fez com que o historiador inglês Eric Hobsbawn chamasse o jogo de futebol como "a religião leiga da classe operária".

Como será que o futebol conseguiu tanto sucesso entre as massas, e até mesmo entre todas as demais classes? Qual o motivo de toda essa paixão pelo esporte surgida na Segunda metade do século 19? Podemos seguir agora o raciocínio do historiador Nicolau Sevcenko, o qual assinala que “num curtíssimo espaço de tempo, o futebol conquistou por completo toda a população trabalhadora inglesa e, em breve, conquistaria a do mundo inteiro. Como entender esse frenesi, esse poder irresistível de sedução, essa difusão epidêmica inelutável? Como vimos, parte da explicação está nas cidades, parte no próprio futebol. A extraordinária expansão das cidades aconteceu a partir da Revolução Científico-Tecnológica, pela multiplicação acelerada da massa trabalhadora que para elas acorreu em sucessivas e gigantescas ondas migratórias. Nas metrópoles assim surgidas, ninguém tinha raízes ou tradições, todos vinham de diferentes partes do território nacional ou do mundo. Na sua busca por novos traços de identidade e de solidariedade coletiva, de novas bases emocionais de coesão que substituíssem as comunidades e os laços de parentesco que cada um deixou ao emigrar, essas pessoas se vêem atraídas, dragadas para a paixão futebolística que irmana estranhos e que os faz comungarem de ideais, objetivos e sonhos e que consolida gigantescas famílias vestindo as mesmas cores."

Assim descobrimos que o futebol tornou-se uma forma de identificação para as massas trabalhadoras das grandes cidades inglesas. Os times se tornaram muito mais do que times, tornaram-se um objeto em que as pessoas encontravam o seu igual, encontravam seus objetivos e sonhos, tão arraigados pelo trabalho árduo nas fábricas durante a semana. O futebol faz com que todos saiam ganhando. Tanto as grandes massas, que encontram nele certa identidade, quanto a burguesia, que o utiliza para regulamentar a sociedade e a massa proletária. O século 19 pode ser considerado o século do imperialismo inglês pelo mundo. Assim como o comércio inglês se expandiu pelo mundo, os seus aspectos culturais também. E com o futebol não foi diferente.

De acordo com Nicolau Sevcenko "... no Brasil, recebemos, do berço, o nome, a religião e o clube de futebol, que, juntamente com o sexo e o estado civil, nos acompanharão pelo mundo social que acabamos de entrar" . E ele tem toda a razão ao dizer isso, pois o futebol está inserido na sociedade brasileira e também dentro da alma de cada brasileiro. Até aquele que não gosta de futebol torce e simpatiza por algum time, e sempre está ao lado da seleção nacional quando acontece a Copa do Mundo. Desde tenra idade todo cidadão brasileiro conhece o futebol, e começa a interagir com ele.

Muito se discute sobre o surgimento do Football no Brasil. A tese "oficial" salienta que Charles Willian Miller filho de aristocratas ingleses foi o introdutor do futebol em nossa terra, ao trazer da Inglaterra, em 1894, uma bola de futebol, e algumas camisas. Ele ensinou os sócios do São Paulo Atletic Club (SPAC) a praticarem o jogo já bastante conhecido na Grã-Bretanha. Porém, outros historiadores dizem que o Football chegou ao Brasil trazido pelos marinheiros ingleses em 1872, e que foi introduzido no Rio de Janeiro, e mais além, outras fontes assinalam que foram os trabalhadores ingleses das fábricas de São Paulo os introdutores do futebol em nosso país.

Estudos mais recentes mostram que o futebol já era praticado em diversos colégios pelo Brasil. Em Itu, no Colégio São Luís, em 1880 já se praticava o esporte. Em 1886, o futebol tinha muitos admiradores e praticantes no Colégio Anchieta, no Rio de Janeiro; bem como também no Rio, em 1892, no Colégio Pedro II já se praticava o "esporte bretão". Na verdade, não tem nenhum interesse a data real do aparecimento do futebol no Brasil. Interessa é o caminho que o esporte seguiu no país em seus primórdios anos. Segundo Nicolau Sevcenko o futebol se difundiu por dois caminhos: "um foi dos trabalhadores das estradas de ferro, que deram origem às várzeas, o outro foi através dos clubes ingleses que introduziram o esporte dentre os grupos de elite."
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Realmente, o futebol no Brasil seguiu estes dois caminhos, mas tais caminhos também se cruzavam. Miller apresentou o futebol à elite paulista, e a sua aceitação foi rápida pelos clubes das diferentes comunidades e, ao mesmo tempo, que a elite começava a praticar esse esporte, o futebol se desenvolvia entre a classe operária, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo. E se expandiu de forma rápida. Os diversos times dos operários das fábricas iam surgindo na várzea paulista, e os clubes iam adotando o esporte em seus quadros.

"O primeiro grande jogo, aquele que empolgou a platéia, foi realizado em São Paulo, em 1899, na presença de sessenta torcedores(...). de um lado, estava o time formado peos funcionários da empresa Nobling; do outro, os ingleses que trabalhavam na Companhia de Gás, da Estrada de Ferro e do Banco (inglês). No final, um resultado sem novidades: vitória dos ingleses por 1 x 0,” diz Waldenyr Caldas. Os clubes da elite começaram a se organizar e a fazer partidas de futebol entre si. Os primeiros amistosos ocorreram em São Paulo nos anos de 1899/1900, entre o São Paulo Athletic, Germânia(atual E.C. Pinheiros), o Mackenzie e a Internacional, todos com sócios da elite paulistana e de várias origens, como americanos, ingleses e alemães. A seguir, surgiu a Liga Paulista de Football, em 1902, com apenas cinco clubes, os quatro já mostrados acima mais o C. A. Paulistano e foi organizado o primeiro campeonato paulista de futebol, cujo campeão seria o São Paulo Athletic, em cujo team jogava Charles Miller.

Enquanto os clubes de elite se organizavam e montavam campeonatos, os clubes da várzea, formados por operários das diversas fábricas do Rio de Janeiro e São Paulo, começavam a organizar campeonatos entre si. Porém, as fontes documentais desses jogos, e até mesmo das equipes praticamente não existem, devido à característica de serem times pobres. Ao longo do início do século 20 irão surgir diversos clubes formados por operários das fábricas no Rio e em São Paulo. Entre eles: o Bangu Atletic Club, no Rio de Janeiro; Sport Club Corinthians Paulista e o Palestra Itália, em São Paulo.

O Estado brasileiro não se opôs, segundo Caldas, à prática do futebol nos colégios, nem nos locais públicos e isso também fez a Igreja. Esta última chegou a incentivar a prática do esporte nos seus colégios. Isso talvez tenha ocorrido por seus diretores saberem que a experiência inglesa de proibição não havia dado certo, e além do mais, o futebol tinha chegado ao Brasil com as regras já determinadas, não sendo motivo de preocupação para o Estado. Assim, as grandes ligas, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo e demais regiões do país, continuaram elitizadas até pelo menos à metade da segunda década do século 20. Entretanto, com a grande difusão que o Football tomou no Brasil, conquistando as massas, as ligas tiveram que aceitar times vindos da várzea em seus quadros.

O futebol se popularizou de tal forma no Brasil que deixou de ser um esporte das elites. Segundo Sevcenko "tal como Londres, a cidade de São Paulo ficou até o final dos anos 20 dividida entre três agremiações arquiinimigas, o Paulistano, o Palestra, e o Corinthians. Cada final de Campeonato era como uma guerra civil na cidade". E ainda hoje é assim.

Com o passar dos anos, os clubes de elite foram se desligando do futebol, tudo isso devido à popularização do esporte. Hoje em dia, o único clube que era de elite e que ainda tem o futebol como seu esporte principal talvez seja o Fluminense Football Club, do Rio de Janeiro. Com a profissionalização do futebol brasileiro, em 1933, muitos clubes da elite deixaram de praticar o esporte em campeonatos oficiais, a exemplo do Clube Atlético Paulistano, maior campeão do período do amadorismo no futebol paulista, com 11 títulos.

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TABELA COPA DO MUNDO 2010
Cliquem e imprimam
tabela_copa_2010.pdf
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BIBLIOGRAFIA (inclusa também aos tópicos)

CALDAS, Waldenyr. O pontapé inicial. Contribuição à memória do futebol brasileiro. Tese de livre doscência. São Paulo: ECA/USP, 1988.
HOBSBAWN, Eric. A Era dos Impérios. 1875-1914. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2001.
RAMOS, Roberto. Futebol: ideologia do poder. Petrópolis: Vozes, 1984.
SEVCENKO, Nicolau. "Futebol, metrópoles e desatinos" in: Revista USP: Dossiê Futebol. Número 22, 1994.
VOGEL, Arno. "O momento feliz. Reflexões sobre o futebol e o ethos nacional" in: DAMATTA, Roberto (org.) Universo do futebol. Esporte e sociedade brasileira. Rio de Janeiro: Pinakotheke.

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Comentário de Rafael Rocha em 23 julho 2013 às 21:10

TRIBUTO A DJALMA SANTOS

O ex-lateral direito Djalma Santos, bicampeão mundial pela Seleção Brasileira e ídolo de Palmeiras, Portuguesa e Atlético-PR, morreu nesta terça-feira (23 de julho de 2013), aos 84 anos, em Uberaba (MG). O ex-jogador estava internado no hospital Doutor Hélio Angotti desde o dia 1º de julho depois de apresentar um quadro de insuficiência respiratória e pneumonia. Pela tarde, o hospital tinha divulgado que o quadro era grave e que ele apresentava um comprometimento da função renal.

Considerado um dos maiores laterais da história do futebol brasileiro, Djalma Santos nasceu em São Paulo em 27 de fevereiro de 1929. Brilhou na Portuguesa, Palmeiras e Atlético-PR. Quando despontou na Portuguesa, no final dos anos 40, Djalma era conhecido apenas de Santos. Chegou a atuar como meio-médio, como um volante, mas foi na lateral direita onde explodiu. Ele participou, com destaque, de três jogos do Brasil na Copa de 1954, na Suíça.

No Mundial de 1958, atuou apenas a partida final, na vaga de De Sordi, que não tinha condição de jogar. O Brasil venceu a Suécia por 5 a 2, e Djalma teve ótima atuação, o que fez ser apontado como um dos principais atletas do torneio. No período em que esteve na Portuguesa, o clube conquistou dois títulos do prestigiado Torneio Rio-São Paulo, em 1952 e1955.

Djalma atuou pelo Palmeiras entre 1959 e 1968. Lá, pelo time, que ficou conhecido como "Academia", conquistou duas Taças Brasil (1960 e 1967), um torneio Roberto Gomes Pedrosa (1967), um Rio-São Paulo (1965) e três Paulistas (1959, 1963 e 1966). Na Copa de 1962, ele brilhou novamente ao participar das seis partidas da campanha vitoriosa no Chile. Djalma também defendeu a seleção brasileira na Copa da Inglaterra, em 1966, quando jogou duas vezes. O atleta encerrou a sua passagem pelo Palmeiras com 498 partidas (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas).

Os dois últimos anos de sua carreira foram no Atlético-PR, clube por qual ganhou seu último título, o Paranaense, em 1970, aos 41 anos. Sua despedida da equipe aconteceu em um amistoso no dia 21 de janeiro de 1971.

Comentário de Rafael Rocha em 19 março 2012 às 13:10

MUNDIAL DE 2014, A ELITIZAÇÃO DO FUTEBOL NO BRASIL

Texto extraído de: http://diarioliberdade.org/index.php?option=com_content&view=ar...

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Envolverde - (Fabiola Ortiz) - A pouca transparência nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014 levanta dúvidas no Brasil sobre o legado social desse torneio e críticas sobre uma "elitização" do esporte mais democrático e popular do país. Os constantes aumentos nos orçamentos, pautados inicialmente para as obras de mobilidade urbana e de construção e remodelação de estádios nas 12 cidades que serão sede do Mundial, alimentam a percepção negativa.


A previsão é que a Copa do Mundo dará grande visibilidade ao Brasil e atrairá numerosos investimentos. As projeções indicam que deverão visitar o país, durante as seis semanas de jogos, cerca de 3,4 milhões de turistas, representando a entrada de aproximadamente US$ 5,3 bilhões. O governo afirma que o Mundial aumentará o produto interno bruto em US$ 103 bilhões no período 2010-2019, o que se traduzirá em um aumento anual superior a 0,4%.

"A Copa é para os brasileiros?", perguntou à IPS o pesquisador Christopher Gaffney, do Programa de Pós-Graduação de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal Fluminense, que faz um acompanhamento do desenvolvimento dos grandes projetos urbanos no país. "É uma Copa para os interesses da especulação imobiliária, para as grandes construções civis. Deixará de legado estádios bonitos, mas significará a elitização do futebol", respondeu este pesquisador de origem norte-americana.

O preço do ingresso poderá ficar entre US$ 120 e US$ 150, impossível de ser comprado pelo brasileiro médio, afirmou este geógrafo, que monitora especialmente os preparativos da Copa do Mundo desde que o Brasil foi escolhido como sede, em 2007. "Será uma elitização do futebol, que é o esporte mais popular e democrático do país e que será cada vez mais caro", advertiu.

Gaffney criticou o fato de essa elitização já se expressar "na construção de estádios faraônicos, multimilionários, que são a expressão de uma proposta para tornar o futebol elitista". Para este especialista, o próprio termo "legado", no qual as autoridades insistem para falar do saldo social positivo do Mundial, é um erro. "Quando se recebe uma herança não se deve pagar para tê-la, no Brasil, teremos de pagar para sustentá-la, então, na realidade é uma dívida", ressaltou.

Segundo Gaffney, a Fifa quer que o brasileiro pague caro para ir aos estádios, além do investimento sem precedentes que acontece para que aconteça a Copa do Mundo. "O brasileiro está pagando uma quantia multimilionária. Esta é a Copa mais cara da história e a Fifa quer que a sociedade pague ingressos muito caros para ver os jogos", criticou.

Do total de 12 estádios que serão construídos ou remodelados, nove o serão com dinheiro público. Em 2010, os cálculos oficiais estimavam que o investimento necessário para isto seria de US$ 3 bilhões, enquanto atualmente o valor aumentou para US$ 4 bilhões. "Em 2007, o então ministro do Esporte, Orlando Silva, disse que não seria gasto um centavo de dinheiro público para os estádios. Contudo, o investimento privado não apareceu. Na verdade, um estádio não dá lucro e é preciso mantê-lo", esclareceu Gaffney.

A maior fatia será destinada à remodelação do estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, cujo orçamento atual aumentou até US$ 530 milhões. Nestas obras já foram gastos outros US$ 180 milhões, para melhorar suas instalações para a realização dos Jogos Pan-Americanos de 2007. Nos próximos quatro anos, o Brasil também será sede de outros dois megaeventos esportivos: Copa das Confederações, em 2013, e Jogos Olímpicos, em 2016, no Rio de Janeiro.

O problema, segundo Gaffney, é "que tipo de estádio teremos". Para um estádio com tecnologia vanguardista e painéis fotovoltaicos produzidos por empresas europeias, "a conta final será insustentável", porque será preciso importar a tecnologia e a mão de obra para instalação e manutenção, alertou. O custo anual da manutenção posterior seria de 10% do seu valor, por isso que "durante dez anos pagaremos por um novo estádio", assegurou.

Em cada um dos estádios acontecerão de quatro a sete partidas. No caso da cidade de Cuiabá, no Mato Grosso, serão quatro jogos, o que se traduz em um investimento de US$ 370 milhões para oito horas de Mundial, que depois ficarão subutilizados. Além disso, há custos sociais que podem transformar a Copa do Mundo na "Copa da Exclusão", porque as obras para sua realização já causaram grande quantidade de despejo e expropriações em assentamentos onde vivem famílias pobres, as favelas, para estabelecer as linhas de ônibus de trânsito rápido.

Nas proximidades do Maracanã, por exemplo, já foram desalojadas 400 famílias na Favela do Metrô para construção de um estacionamento. As famílias foram enviadas para uma distante região do subúrbio, com a qual não têm nenhuma ligação. Gaffney também calcula que, somente na cidade do Rio de Janeiro, cerca de 30 mil famílias serão retiradas das áreas onde vivem. Também se somam a isto denúncias de violações de direitos humanos, como a exploração dos trabalhadores que participam da construção dos estádios e de outras obras.

Isso desembocou em greves e paralisações das obras, como ocorreu no Maracanã e no Mineirão. Os motivos foram baixos salários, más condições de trabalho e horários abusivos, devido a cronogramas mal administrados. "Com a pressão para acabar as obras, o que desaparece primeiro são os direitos dos trabalhadores", denunciou Gaffney. O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, visitou o Brasil em janeiro para verificar como estão os preparativos. Vistoriou obras em Brasília, Rio de Janeiro, Fortaleza e Recife. "A Copa do Mundo custa o que o país pode pagar e quer investir. A Fifa não pede nada além do que o país se propôs a fazer", disse Valcke.

Nesse sentido, ressaltou que foi o governo brasileiro que decidiu utilizar 12 sedes para o Mundial, "em cidades que carecem de infraestrutura, sistema de telecomunicação, hospedagem e transporte", ponderou Valcke. "Por isto, é preciso fazer um grande volume de investimentos. Não somos uma organização privada, não existimos para lucrar, do dinheiro arrecadado, 80% retornam ao mundo do futebol", acrescentou durante sua escala no Rio de Janeiro.

Valcke se mostrou preocupado porque persistem "desencontros e discórdias" para a aprovação da Lei Geral da Copa, que tramita no Congresso e deverá ser aprovada em março. A lei estabelece os compromissos assumidos pelo governo com a Fifa para poder realizar o Mundial, na qual se incluem aspectos polêmicos com venda de álcool nos estádios, além dos habituais de infraestrutura, mobilidade urbana e hospedagem. "Fomos muito flexíveis nas negociações. Estamos em 2012 e é preciso finalizar as discussões. Desde 2007 vimos alertando que o tempo era curto", ressaltou Valcke.

Quanto aos ingressos, serão três milhões para a Copa do Mundo, mas apenas um milhão estará à venda para o público brasileiro e visitantes. Os outros dois milhões ficam nas mãos das delegações nacionais e da Fifa, explicou Valcke. Desde o Mundial de 2010, na África do Sul, a Fifa criou a Categoria Quatro, com entradas mais baratas, exclusivas para os torcedores do país anfitrião. Serão cerca de 300 mil ao custo aproximado de US$ 25. Os maiores de 60 anos também terão direito à meia-entrada. Após negociar com o governo, a Fifa também aceitou colocar cem mil ingressos à disposição de grupos especiais, como indígenas e integrantes do programa Bolsa Família.

Envolverde/IPS

Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 7 abril 2011 às 9:39
A CBF já definiu que a última rodada do Brasileirão 2001, terá 8 clássicos regionais com o objetivo de coibir a vergonhosa entrega de jogo para prejudicar os rivais que disputam o título ou que estão na degola.
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 14 fevereiro 2011 às 13:39

O Ronaldo Fenomeno, pendurou as chuteiras, já não tinha mais condições fisicas já tinha ido longe demais, para cumprir contratos do clube e patrocinadores. Foram títulos e marcas, contusões e superações, muita grana e fama que marcaram a carreira do ídolo mundial.

Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 13 dezembro 2010 às 20:31
O fim do impasse entre clubes e CBF.
Ao longo dos anos vimos tantos desentendimentos entre clubes e a entidade maior, sempre incoerente com a organização, a história e os destinos do futebol brasileiro.
Foi aprovado o projeto de unificação dos títulos nacionais entre 1959 e 1970 (os extintos campeonatos - Taça Brasil e Torneio Gomes Pedrosa), o justo reconhecimento de grandes clubes campeões: Bahia, Santos, Palmeiras, Cruzeiro, Botafogo e Fluminense.
Nem mesmo, com a conquista de três copas do mundo e inesquecíveis times de futebol nas décadas de 50’ e 60’, seria injusto desconsiderar o período de ouro do futebol brasileiro e considerar que a história iniciou-se em 1971.
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 30 novembro 2010 às 12:00
Caro Rafael,
A tabela é realizada por sorteio, muito certa sua opinião, os classicos serem realizados no fim de cada turno/returno, para evitar o corpo-mole, o entrega jogo e torcidas comemorarem gols contra seu próprio clube, para prejudicarem os rivais. O Flamengo atual campeão, escapou da degola por sorte da atual tabela. Que seja o Fluminense o merecedor campeão da edição.
No campeonato as equipes são muito equilibradas, nos pontos corridos serão na maioria das vezes, decididos nas últimas rodadas.
Bem, no futebol de mercado é tudo organizado aos interesses publicitários, televisivos e a venda de jogadores para europa.
abraços
Comentário de Rafael Rocha em 29 novembro 2010 às 16:42
Discordo totalmente de sua opinião caro Alcebíades. O que se deve fazer é colocar os clássicos, ou seja os grandes jogos para as datas finais do turno e returno.

Este foi o grande erro da tabela. Deviam colocar os clássicos no fim de cada turno e não no começo e no meio. Assim os grandões iriam ter de jogar bola.

Mata-mata não valoriza a melhor equipe do momento, mas aquela que tem mais sorte.

E até mesmo aquelas com as quais a CBF tem rabo preso.

A situação deste ano é sui-generis. A CBF queria fazer o mesmo que fez no ano passado. Entregar o campeonato ao Corintians, como entregou ao Flamengo em 2009, só que o tiro saiu pela culatra devido a má organização da tabela, os rivais paulistas do Corintians se aproveitaram e deu no que deu..
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 29 novembro 2010 às 16:32
O campeonato brasileiro de pontos corridos está perdendo a grança, os clubes que não almejam o título e que fojem da degola, não se interessam em ganhar as partidas, beneficiando ou prejudicandos outros, no caso o Corinthians, que tiveram os seus rivais São Paulo e Palmeiras, fazerem corpo mole nas partidas contra o Fluminense.
Lembrando, que no ano passado o Corinthians entregou o jogo para o Flamengo ser campeão, do que ver um rival ganha o título.
Penso, que no futebol brasileiro o mata-mata seria mais justo pelo o equilibrio dos clubes e as rivalidades regionais existentes.
Comentário de Rafael Rocha em 26 agosto 2010 às 2:59
AS MAIORES TORCIDAS DO FUTEBOL BRASILEIRO

Comentário de Rafael Rocha em 22 agosto 2010 às 8:30
PÉROLAS DITAS POR GALVÃO BUENO NO FUTEBOL

Bem amigos da Rede Globo. Estamos aqui em BUENOS AIRES, no EQUADOR...(Onde?)

O estádio tem esse nome (Zerão) porque fica situado bem no TRÓPICO DE CÂNCER, que divide o Hemisfério Sul do Hemisfério Norte. Onde será que foi o gol? Na parte sul ou na parte norte? (Sim Galvão... então a LINHA DO EQUADOR divide o Equador em leste e oeste, né?)

Vai ser o primeiro torneio oficialmente oficializado pela FIFA. (Ah, bom. Então assim, sim)

O POTENCIAL ENERGÉTICO do Palestra Itália está reduzido à sua metade (Que será que ele quis dizer?)

Alô Maceió!!!... Ou qualquer outra cidade, tirando São Paulo. (Não precisa tentar ser simpático, narra o jogo e pronto. Ou melhor: pára de narrar jogo!)

Nessa tarde de Fla-Flu, Flamengo e Fluminense estarão entrando em campo daqui a pouco...(Ufa! E o cara da portaria ainda tentou me enganar, dizendo que esse Fla-Flu era entre Santos e Cruzeiro)

São as duas maiores torcidas do mundo (Flamengo e Corinthians). E digo mais, no Rio, poucos podem se orgulhar de ter uma torcida tão grande quando a do Flamengo (É...! Acho que a torcida da Tabajara deve ser maior no Rio...)

Foi pro chão e caiu! (Ir para o chão e depois cair, só se for em um bueiro)

Ah! Eles estão grampeando a cabeça dele. Tomara que seja algum tipo de grampo cirúrgico... (Depende, se for o Valdir Papel, pode ser grampo normal mesmo)

O time catarinense tem que vencer, pra lutar pela sul-americana, já que o jogo é lá em FIGUEIRENSE (O time que ele se refere deve ser o Florianópolis)

É meu amigo, Brasil e Argentina é sempre Brasil e Argentina. (Mentira! Semana passada eu vi um Brasil e Argentina contra o Japão)

Brasil tá meio mal no jogo, mas eles estão jogando pra fazer gol! (Ainda bem! Pensei que eles estivessem querendo fazer \"cesta\")

Os Chineses agora estão todos torcendo contra o Brasil. (Não acho. Só porque a seleção deles está jogando contra a nossa. Isso é preconceito)

Agora o Brasil tem que correr atrás do PREJUÍZO. (No prejuízo já tá, tem que correr atrás do lucro, ô boçal!)

Há 40 anos o Santos não faz gols no Corinthians em finais de Campeonatos Paulistas, jogando no Pacaembu, com o Corinthians saindo ganhando. (Se analisar direitinho, deve fazer 40 anos que essa combinação não acontece)

Se o Brasil acertar todos os ataques e ficar bem na defesa, ele ganha. (Por que ele não virou técnico ainda?)

Agora tem que colocar o coração na ponta da chuteira! (Se depois de um chute der um ataque cardíaco, eu não me responsabilizo)

Sinceramente, temo pelo final desse jogo (Então desce lá e rouba o apito do juiz)

O juiz vai dar 3 minutos a mais de jogo, vamos aos 49... (Esse fugiu da escola)

Nós estamos muito preocupados, mas é preciso ficar bem claro para o espectador da Rede Globo que se a bola não entrar, não é gol. (Será que existe no mundo um único pé de alface que já não saiba disso?)

O jogo só acaba quando termina. (Sim, Galvão... Esse mesmo jogo que começou no início!)

Depois da derrota, o pior resultado é o empate. (E depois do empate, o pior é a vitória, certo?)

Mas esses dois times são muito fortes. São Paulo e Tigres é um clássico.
(É, eu lembro que na última vez que eles se enfrentaram... Ih! eles nunca se enfrentaram antes)

O gol saiu na hora certa! (Sim, Galvão... Foi DURANTE o jogo)

O Dida gosta de pegar pênalti. (Gosta nada... Olha a cara dele, nem comemora...)

Não dá para fazer 2 gols ao mesmo tempo (Gênio!)

O Santos perdeu DAQUI A POUCO na Arena da Baixada! (Vidente!)

Adriano e Sorin vão na mesma bola! (Os outros 20 jogadores devem estar com uma bola cada um)

O Adriano tá com uma disposição, correndo o campo todo, parece um LEÃO ENJAULADO. (Hã?)

Chutou com a perna que não era a dele. (Devolve agora...)

O juiz mora aqui do lado, no Uruguai. Se ele apitar mal, vai todo mundo ligar pra casa dele. (Isso, passa o número agora)

Quando eu falar Rodrigo, interpretem Roger. (É código?)

Esse Gonzales tem idade pra ser pai do Robinho. Tá com 32 anos e o Robinho tem (a partir daqui ele começa a falar mais devagar, meio pensando na besteira que está dizendo) vinte e um...

É duro pro goleiro jogar com o campo molhado, porque a bola quando bate na água ganha velocidade! (Sim, Galvão... Se você chutar uma bola na praia de Copacabana, ela
vai parar na África)

O Brasil correu o risco de sofrer NOVAMENTE o segundo gol. (Aí não tem problema... o problema é se fosse o terceiro)

GOOOOOL! Éééééééé do SÃO CAETANOOOOOO! (Final da Copa do Brasil 2004, no Maracanã, primeiro gol do SANTO ANDRÉ sobre o Flamengo)

Olha lá o Péricles Chamusca orientando o time. (O Chamusca tava suspenso e era o auxiliar que estava no banco)

O juiz marca falta dentro da área... será que foi pênalti, Arnaldo? (Não, foi tiro livre direto, sem barreira, daquela marquinha redonda, na grande área)

E André Heller Afasta o perigo. (O nome do zagueiro do Flamengo é Fabiano Eller, e o André Heller joga Vôlei.)

Graaande zagueiro esse Ayala! (Ele só tem 1,77m, Galvão...)
 

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